Larvas  Astrais

              NOTA :   como são diversas fotos, o capítulo sobre Larvas Astrais teve de ser subdividido em 5 partes, a fim de redistribuí-las, evitando que, se colocadas em um só capítulo, a página demorasse demais para carregar.


                      A chamada larva astral tem sido muito confundida com espírito e até com a alma, mas na verdade a larva astral nada mais é que um resíduo de energia em dissolução que se desprende das pessoas após a morte. Essa energia, por imitação mecânica, vai vagar em busca da satisfação dos instintos, as sensações a que estava acostumada quando seu antigo hospedeiro era vivo. Larva astral é o mesmo que
PARASITA .
                      Vamos tomar como um exemplo um drogado.  Passou parte de sua vida se entregando ao vício, onde encontrava satisfação e isso o acabou matando.  Ao morrer, algo semelhante (mas não é) a um corpo astral se solta do corpo.  Ainda conserva os contornos mas vai perder a capacidade de conservá-lo.  É um molde de energia pesada, de baixa vibração. Para tentar prolongar sua existência vai ir em busca da satisfação do que lhe dava prazer quando seu hospedeiro estava vivo.
                      Vai vagar em busca de um drogado.  Enquanto não encontra, vai perdendo os contornos, de forma que a larva astral do tipo padrão é sempre descrita como uma espécie de nuvem, algo como um  "pedaço de neblina" , que vai ficando cada vez mais transparente pois vai aos poucos sendo absorvida pelo telurismo terrestre, até desaparecer.
                       Ao encontrar alguém com o mesmo perfil do antigo hospedeiro, sempre por imitação mecânica, vai se apegar a essa pessoa, grudando-se em sua aura.  E dali vai incentivar esse drogado a se drogar cada vez mais, pois, por estar agarrada à aura dele, a larva astral vai conseguir sentir alguns vislumbres das sensações que o drogado está experimentando, e isso dará à larva alguns instantes de prazer, o prazer a que estava acostumada.
                       Convém não esquecer que a larva astral é um parasita, e como todo parasita, vai exaurir seu hospedeiro até matá-lo.
                       No exemplo do drogado, ela vai fazer com que ele busque um "prazer"  cada vez mais intenso, por uma razão simples :  a larva precisará que as doses do viciado sejam cada vez maiores para que ela possa continuar sentindo.
                       Mas ela vai lentamente perdendo as forças, pois a existência de uma larva astral é relativamente curta.  Mas até que ela tenha sido extinta ela já deixou a sua vítima em um estado tal que sua morte é uma certeza.  E ao morrer, ele desprenderá sua própria larva astral, que também precisará se satisfazer e por sua vez sairá em busca de um hospedeiro, dando continuidade a um ciclo.
                       Todo tipo de vício atrai larvas astrais, cada uma de acordo com suas necessidades.
                       Há larvas astrais que encontram prazer no alcool, e por isso se grudam na aura de alcoólatras e os incentivam a beber cada vez mais.
                       Mas as práticas de magias e rituais descontrolados também são um vício para muitas pessoas.  Pessoas que, sem habilitação, de repente se metem com a Magia e passam a fazer dela a sua razão de ser, a transformam em vício. Há larvas astrais que são atraídas por isso, pois encontram satisfação em estarem unidas a pessoas assim.
                        Larvas costumam se manifestar em sessões espíritas mal-orientadas, e enganam os médiuns.  São as larvas que costumam se apresentar e pedir sacrifícios de animais em troca da concessão de pedidos.
                         É que seja qual for o tipo de larva, invariavelmente todas elas se sentem atraídas pelo sangue fresco. Matadouros, por exemplos, são lugares incrivelmente insalubres, pela concentração de larvas ali.  Os vapores do sangue dão às larvas a sensação de vida, e por isso muitas delas enganam médiuns e pedem "oferendas", na forma de sangue de animais, e para dar credibilidade se apresentam usando nomes de entidades que nos seus respectivos panteões são espíritos de luz. Poucas pessoas se dão conta do porque um espírito de luz iria pedir sangue como oferenda, e que não se trata do espírito iluminado e sim de uma larva astral que usa o nome dele.
                          Mas vamos ver o que é uma larva astral.  Veja esta foto :

                            

                        Esta é uma larva astral clássica, já sem os contornos antigos.  Por alguma razão esta se sente atraída por este ambiente.  Esta foto foi tirada em uma casa que foi posta à venda. É uma foto tirada apenas para mostrar aos interessados no imóvel mas ao ser revelada mostrou que o ambiente não está completamente vazio.
                         É comum que se fotografem larvas astrais.  Normalmente a pessoa que fotografa não vê nada disto na hora da foto, e isto só aparece na hora da revelação da foto.

                         Na foto abaixo, há uma curiosidade : a criança da foto dizia ver o avô, recentemente falecido. E apontava para o vazio e parecia brincar com o avô, que, em vida, passava muito tempo com o neto.  Em  uma dessas ocasiões em que a criança insistia ver o avô uma foto foi batida e isso apareceu :

                         

                    Parece que o vício do avô era seu neto, e conclui-se que sua larva astral busca satisfação na única coisa que lhe dava prazer em vida.
                    Mas uma outra foto foi batida na mesma casa e outra coisa estranha apareceu :

                                             

                    Tem-se a idéia de que a larva astral do avô tem uma necessidade de estar próxima às crianças da casa.
                    

                     Agora veja a foto abaixo. Mostra um grupo de jovens de hábitos não muito recomendáveis. Observe-se as larvas que os rodeiam:

                         

                   Outra foto mostra mais dessas larvas cercando pessoas :

                             


                    Onde houver a possibilidade da satisfação do instinto lá estarão as larvas que se sintam atraídas por esta satisfação.  A simples reunião de pessoas mal-intencionadas já é suficiente para atrair as larvas, pois o contato é feito por empatia, ou seja, por afinidade.
                     Pessoas más, que vivem desejando o mal para os outros estão sempre cercadas por larvas astrais.  São parasitas. É preciso que se livre  delas.

 


                                                   

Larvas Astrais  II

         No Capítulo anterior expliquei o que é uma larva astral e foram dados alguns exemplos.  Agora explico que muitas larvas não se limitam a circundar pessoas. Algumas sugam energias de ambientes.  Por exemplo, muitos prédios históricos, especialmente os que tenham sido palco de tragédias, tem uma população de larvas astrais, embora seja uma "população" constantemente renovada em função da sua curta existência.
                    Existem pessoas que, quando vivas, eram fanáticas religiosas.  Não será pelo fato de que morreu que seria diferente :  sua larva buscará aquilo que lhe dava prazer, que é o fervor religioso. E por isso muitas larvas habitam templos religiosos, se nutrindo da fé das pessoas que freqüentam aqueles lugares.
                     Uma grande Amiga minha, a Galiza, em uma viagem de férias no Reino Unido, estava em Londres e como todo turista trouxe fotos. Algumas dessas fotos mostravam coisas impressionantes.  Veja, por exemplo, esta foto da Abadia de Westminster :

                                           

                      Note-se que o ambiente da Abadia é cercada de larvas astrais, e tamanha era sua profusão que puderam ser registradas à luz do dia. A devoção daqueles que freqüentam a Abadia nutre as larvas que tem afinidade com o fervor religioso descontrolado.

                      Seguindo em sua viagem de férias, ao passar por Paris, a Galiza fotografou alguns lugares que achou interessantes e ao revelar esta foto tirada na Rue Cortot , em Montmartre, haviam mais larvas lá, em plena rua :

                                    

                       Trata-se do tipo clássico, que se manifesta como névoa, por mais radiante que esteja o dia. Por alguma razão que não sei qual seria um tipo de larva se concentra nesse logradouro, assim como em muitos outros.  Esse tipo de registro acontece ao acaso, e o fotógrafo praticamente nunca vê nada disto no momento da foto.

 

 

                                                                      
                                             Larvas Astrais  III

               Resumindo os Capítulos anteriores, larvas astrais são, para os corpos sutís, o que o cascão e a sujeira são para o corpo físico. São quase que uma entidade.
                        Muitas pessoas acham que as larvas são criaturas, outras acham que são um dos corpos sutís do Homem, e há ainda os que achem que elas sejam  "espíritos sofredores que precisam ser ajudados".  Não são espíritos e a única forma de ajudá-las e dar-lhe a energia vital, que nada mais é que submeter-se ao parasitismo até a extinção.  Larvas apenas drenam.
                        Ao longo do tempo as larvas astrais despertaram o interesse de pesquisadores, e hoje há pessoas que as estudam. Eles freqüentam lugares, fotografam e analisam as fotos. Muitas vezes eles mesmos se surpreendem com as coisas que aparecem nas fotos.
                        Eles fotografam lugares suspeitos e até cemitérios.  Na foto abaixo você pode ver larvas astrais em um cemitério em plena luz do dia :

                              

                         Agora, no mesmo cemitério, à noite:

      

                        
                        Nesta foto, os pesquisadores posavam em frente a uma lápide, e ao revelar a foto se surpreenderam pela forma como as larvas se prenderam em um deles, enquanto parecem não ter se interessado muito pelo outro. Veja a foto :
                                   


                     Ao irem embora, tendo aquela sensação de opressão, tiraram várias fotos do ambiente, das lápides, das árvores, etc., e na revelação constataram que uma daquelas larvas astrais estava seguindo a equipe :

                                

                       Se por alguma razão as larvas astrais tenham se sentido à vontade com alguém elas se unem a essa pessoa e só desgrudam se a pessoa se defender, principalmente modificando os hábitos, ou então quando a pessoa morrer.  Existem técnicas de defesa, que estão explicadas no capítulo Defesa Astral, no Templo do Mago, mas em se tratando de larvas astrais essas medidas são paliativas. Você deve matá-las de fome, negando-lhes o alimento, e para isso a mudança dos hábitos  (leia-se, eliminação dos vícios) é indispensável.

 

 
                                                   

Larvas Astrais  IV

                Por fim, a parte que se refere à Magia.  Muitas pessoas transformaram a Magia em passatempo, e brincam com aquilo que  não entendem, muitas vezes apenas por curiosidade, outras vezes para impressionar terceiros, mas na maioria das vezes para obter ganhos.
                        Todas essas pessoas devem saber que muitas pessoas viciadas em ocultismo, ao morrerem, liberaram suas larvas, e estas vão em busca de novos hospedeiros.
                        E encontram essas pessoas de tendência misticóide, aderem-se à aura dessas pessoas e lhes incentivam à práticas cada vez mais perigosas. O primeiro passo é sempre dar a essas pessoas a ilusão de que são poderosos. Isso se faz facilmente por indução repetida. essas pessoas são condicionadas a se considerar como magistas.  E com essa mentalidade se enterram cada vez mais, metem-se com coisas potencialmente perigosas mas são anestesiadas quanto ao perigo que isso representa.
                         A vida dessas pessoas passa a girar em torno da Magia, ou, pior, da pseudo-magia.  Os assuntos do mundo real passam a ser, para elas, subjetivos, e a Magia e tudo o que se relaciona a ela passa a ter uma importância grande demais, o que a torna uma pessoa alienada.
                         As casas dessas pessoas acabam se tornando verdadeiros templos. Rituais de todo tipo serão praticados ali, pessoas aficcionadas serão convidadas a comparecer, e para as larvas esse local será um verdadeiro buffet.
                         Esse ambiente causará mal-estar às pessoas sensíveis, assim como os envolvidos também causarão sensações desagradáveis em quem se aproxime ou tenha contato com eles sem que se saiba ao certo a razão. São os chamados maus fluídos.
                         Na foto abaixo está uma casa onde um pseudo-magista havia transformado o andar superior em uma espécie de templo. Sobre essa foto a informação é que o homem foi internado em uma manicômio e a família pôs a casa à venda.  Esta é uma  foto noturna, observe o andar superior :

                                       

                      
                    Nesta outra foto está outra casa onde acontecia de tudo em termos de manipulação mágica. Consultas à Tábua Ouija era o que havia de mais  "inocente" nesta casa. Note-se que mesmo sendo fotografada do outro lado da rua a casa está impregnada de larvas astrais, que a envolvem totalmente :

                                 

                   
                       Por fim, uma outra foto, desta vez de uma casa onde a especialidade são as sessões espíritas domésticas, daquelas feitas sem acompanhamento, sem instrução especializada, enfim, sessões espíritas feitas por leigos que, orientados pelas próprias larvas, se dedicam a praticar rituais onde as próprias larvas se manifestam, enganam, mentem, pedem "oferendas" , e dão ao pseudo-médium a sensação de que ele tem a situação sob seu controle quando na verdade ele está sendo manipulado e há muito tempo. 
                        Observe como é a câmera registrou. É dessa forma que um clarividente vê essa casa :

                                  

                 
                        Assim, as larvas astrais são atraídas pelos vícios que lhes sejam simpáticos, agarram-se às auras das vítimas, incentivam a intensificação do vício aumentando  a intensidade que deverá ser cada vez maior para surtir os mesmos efeitos, até que o hospedeiro não  resiste e morre.  Por sua vez ele liberará a sua própria larva que fará o mesmo.
                        A larva astral não é um dos corpos sutís ; não é um ser ; não é um espírito ; não é a alma ;  é apenas matéria grosseira, energia deletérea, é um aglomerado de energia negativa plasmada, animada pelos resquícios do instinto, e agora em dissolução.